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Ipasgo Saúde promove capacitação sobre câncer de ovário e novas abordagens terapêuticas

Evento reuniu colaboradores e abordou a jornada do paciente, os desafios do diagnóstico e tratamentos inovadores

 

O Ipasgo Saúde realizou, nesta quarta-feira (28), mais uma capacitação voltada aos colaboradores, com foco no tema “A jornada do paciente em tratamento do câncer de ovário e as novas abordagens terapêuticas em pacientes resistentes à platina, na perspectiva da saúde suplementar”. O encontro ocorreu no auditório da sede da instituição e foi conduzido pela oncologista clínica da rede credenciada, Ana Cláudia Lima.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de ovário registra cerca de sete mil novos casos por ano no Brasil e mais de 300 mil diagnósticos em todo o mundo. A oncologista destacou que a doença costuma ser silenciosa em seus estágios iniciais, o que dificulta a identificação precoce. “É um tumor que ocorre principalmente em mulheres após a menopausa, não apresenta sinais evidentes no começo e tem um alto índice de mortalidade, com cerca de 50% dos casos evoluindo a óbito”, explicou.

Segundo a especialista, outro fator que dificulta a detecção precoce é a ausência de procedimentos eficazes para o rastreamento da doença.

“Não existe, atualmente, um exame de prevenção ou rastreamento que realmente contribua para a detecção do câncer de ovário. Por isso, é fundamental estar atento aos sinais que o organismo apresenta”, alertou. Entre os principais sintomas estão o aumento do volume abdominal, alterações no funcionamento do intestino, dor abdominal frequente e cólicas recorrentes.

A médica ressaltou ainda que o câncer de ovário pode estar associado a fatores genéticos.

“Uma em cada quatro pacientes pode apresentar mutações genéticas relacionadas à doença”, afirmou. Ela reforçou que o histórico familiar de câncer de mama ou de ovário é um importante sinal de alerta e que, nesses casos, a testagem genética pode ser indicada para avaliação do risco.

Para o analista da Gerência de Regulação e Auditoria, Yuri Gomes, a capacitação contribui diretamente para a qualificação do atendimento aos beneficiários.

“É necessário compreender os novos tratamentos e tecnologias para entender a realidade e as necessidades do beneficiário, garantindo um atendimento mais humano e acolhedor”, destacou.

Comunicação Ipasgo Saúde